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Mobile Learning na Educação Superior

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Mobile Learning procura traduzir a possibilidade de aprendizagem com mobilidade. Inicialmente essa terminologia deu a impressão que voce aprendia porque estava em movimento. Para muitos educadores,  a idéia de mobilidade seria melhor explorada nas aulas de educação física…. Hehehehhehe… Bem, saindo da brincadeira, passei um bom tempo maturando a idéia de estudar um pouco sobre as teorias pedagógicas que embasariam a inserção das mídias móveis na educação. Muita coisa que se fala nesse campo já foi bem traduzido no auge das tecnologias na educação. É fato que antigamente existiam exclusivamente congressos sobre Tecnologia na Educação. Esses congressos foram sendo substituidos por eventos na área de Educação a Distância, que passou a absorver todas essas outras tecnologias exploradas no passado. Sempre que aparece algo novo na área fico me perguntando sobre o porquê de tanto alarde para uma coisa que já deveria ser tão comum. Não vejo nada tão diferente em explicar as concepções pedagógicas com o m-learning.

Parelelo a toda essa discussão, o estudante brasileiro está utilizando as mídias móveis em vários momentos da sua vida. São torpedos trocados em aula, vídeos e fotos registrando momentos importantes e de forma crescente a utilização da internet. Hoje duas coisas são visíveis nesse processo: o tamanho dos equipamentos e a facilidade de conexão nas grandes cidades.

Partindo dessa premissa, estou investindo em uma pesquisa na Faculdade Senac PE. Quero entender qual a inserção dessas mídias  no dia a dia de alunos e professores. Em seguida, vou levantar a influência do M-learning entre residentes de um hospital escola na cidade do Recife. A partir desse estudo piloto vou começar a apresentar minhas primeiras concepções. 

O jornalista Fabio Josgrilberg  publicou recentemente um artigo  bem interessante que apresenta um estudo preliminar sobre a inserção das mídias móveis entre alunos e professores do Universidade Metodista de São Paulo. Outro trabalho bem interessante foi publicado pela Universidade de Wollongong, na Austrália. O livro pode ser baixado  no endereço http://ro.uow.edu.au/edupapers/91/ .

Quem tiver material sobre o assunto, enviem para marcos@marcosbarros.com.br

 

 

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VII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Iniciou ontem em Recife o VII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O pré congresso foi um sucesso. Pesquisadores de mais de 10 estados brasileiros apresentaram, simultaneamente,  pesquisas científicas, relatos de experiências e produção de material didático em sete salas . Uma manhã de muita socialização entre professores , pesquisadores e interessados na área.  Os trabalhos versaram sobre as diversas áreas da Tecnologia na Educação, apresentando grande destaque para a Educação a Distância.

A abertura contou com a presença de autoridades, pesquisadores e professores dos vários estados brasileiros. Tivemos apresentação cultural e fomos recebidos pelas palavras do prof. Josias de Albuquerque. Mais de 3000 pessoas foram inscritas no evento.

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Congresso Internacional de Educação a Distância

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Iniciou nesse domingo mais uma edição do Congresso Internacional da ABED.

Depois de 15 anos de intensivos encontros, a associação começa a ter troféus para erguer. Não tem sido fácil falar sobre EAD em um país que apresenta uma educação presencial caótica. Da Educação Básica ao Ensino Superior, os índices qualiativos deixam muito a desejar. Por um lado, o MEC cobra mais rigor das Instituições privadas e por outro lado  deixa as federais livres para fazerem o que bem entenderem…Isso soa muito estranho para um ministério que não conseguiu resolver o caos do ensino publico federal e cobra uma qualidade surreal das IES privadas. E diante desse dilema, a EAD vem como uma primeira proposta de cobrir todo o pais, atendendo pessoas de várias regiões com perfis bastante heterogêneos. Para muitos, a EAD vem para fazer o que a educação superior presencial não tem feito ao longo de tantos anos.

Hoje no 15º CIAED  aqui em Fortaleza, tivemos a fala do presidente da associação brasileira dos estudantes de EAD. Ele mencionou que vários conselhos não estão filiando os alunos que estão se formando nesse formato. Para aumentar minha vergonha, o Conselho Federal  de Biologia e a Associação Brasileira de Ensino de Biologia também não são favóráveis a essa proposta. Ainda bem que não faço mais parte dessas organizações. Sei qual é o grande objetivo dessas pessoas que estão a frente dessas entidades. Diante disso tudo fica uma pergunta: se no ENADE os alunos de Biologia que fizeram sua graduação em EAD tiveram as  maiores notas em relação aos que concluíram o curso na modalidade presencial, onde será que está o erro? Por que esses conselhos e associações não se preocupam mais em auxiliar na formação desses professores?

Bem não sei se comemoro ou se fico mais apreensivo. Atuo com EAD há mais de 10 anos. Minha primeira inserção foi na conclusão da especialização que fiz em Informática na Educação pela UFPE onde eu investiguei a importâncias dos fóruns na construção de conceitos científicos. Passados todos esses anos não sei se podemos comemorar como afirmou Litto em sua fala hoje.

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